14 de agosto de 2026
Quanto custa um jingle político em 2026
Uma produtora cobra de R$1.000 a R$15.000 e leva dias. Um jingle com o nome e o número do candidato sai por R$199 e fica pronto em minutos. Ouça antes de pagar.

No Brasil, eleição tem trilha sonora. Do histórico "Lula lá" ao "Varre, varre, vassourinha" de Jânio Quadros, o jingle é a peça de campanha que o eleitor não consegue tirar da cabeça, e em outubro de 2026, milhares de candidatos a deputado, senador, governador e presidente vão disputar os ouvidos do eleitorado.
A propaganda eleitoral está liberada a partir de 16 de agosto do ano eleitoral. Ou seja: a corrida pelos jingles começa AGORA, e quem entra no carro de som primeiro, fixa o número primeiro.
Quanto custa um jingle de campanha no Brasil?
O caminho tradicional é contratar uma produtora ou um marqueteiro: composição, estúdio, cantor e mixagem. Os valores de mercado variam muito, de R$ 1.000 a R$ 15.000 ou mais, dependendo da região e da fama do compositor, e o prazo típico é de uma a três semanas, com idas e vindas de ajustes.
A alternativa nova é criar o jingle com inteligência artificial: a letra é escrita na hora a partir do nome, do número e das propostas do candidato, você edita palavra por palavra, escolhe o ritmo e OUVE o resultado antes de pagar. Na Cantarolai, o Plano Campanha custa R$ 199 em pagamento único e inclui o jingle completo, 5 mudanças de estilo, versão instrumental, cortes para spot e licença de uso eleitoral, pronto em minutos, não em semanas.
O que um bom jingle político precisa ter
- O nome do candidato e o NÚMERO repetidos no refrão, é a única coisa que o eleitor precisa lembrar na urna.
- Ritmo da região: forró e piseiro no Nordeste, sertanejo no interior, samba e pagode nas capitais. O eleitor canta o que já dança.
- Letra curta e repetitiva: 2 a 3 ideias no máximo (nome, número, uma proposta ou slogan). Jingle não é discurso.
- Dica de quem já produziu muitos: escreva o número como quer que seja cantado. "Vinte e dois" soa diferente de "dois, dois", na letra da Cantarolai você escreve exatamente como deve ser cantado.
- Tom positivo e festivo: jingle bom dá vontade de dançar no comício, não de discutir.
O que diz a lei sobre jingles de campanha
A propaganda eleitoral (incluindo jingles em carro de som, comícios e redes sociais) é permitida a partir de 16 de agosto do ano da eleição, segundo a Lei das Eleições (Lei 9.504/97). O custo do jingle deve ser declarado como gasto de campanha na prestação de contas do candidato.
Importante: o jingle precisa ter os direitos de uso liberados. Paródias de músicas famosas sem autorização geram condenações todo ciclo eleitoral. Um jingle 100% original, como os criados na Cantarolai, que incluem licença comercial de uso, elimina esse risco.
E a regra nova que muita campanha ainda não conhece: o TSE exige rotular o uso de inteligência artificial. Pelo art. 9º-B da Res. 23.610/2019 (atualizada pela Res. 23.755/2026), toda propaganda criada ou alterada significativamente com IA deve informar isso de modo explícito e destacado, em áudio puro, com um aviso no início da peça (uma locução curta tipo "conteúdo produzido com inteligência artificial"); em vídeos e imagens, com rótulo visível. A falta do aviso já configura irregularidade, mesmo sem nada de enganoso no conteúdo. O que segue proibido de verdade: deepfake, imitar voz ou imagem de pessoa real.
Como criar o jingle do seu candidato em minutos
Sem estúdio, sem orçamento, sem espera. E se a campanha pedir ajustes na letra na semana seguinte, uma nova versão fica pronta em minutos, tente fazer isso com uma produtora tradicional em outubro.
- Conte quem é o candidato: nome, número, cargo, cidade e as 2-3 propostas principais.
- A letra aparece na hora, grátis. Edite à vontade, ou cole uma letra pronta sua, que cantamos exatamente como está.
- Escolha o ritmo (forró, sertanejo, pagode, funk melody e mais) e a voz (feminina ou masculina).
- Ouça o jingle pronto ANTES de pagar. Gostou? Baixa o MP3 em alta qualidade na hora, com licença de uso incluída.
Ouça o jingle pronto antes de pagar.